Mães atípicas carregam uma rotina de cuidado que muitas vezes exige força, tempo e uma rede de apoio que nem sempre existe. Como mulher e defensora das políticas públicas, sei que cuidar de quem cuida também precisa ser uma prioridade.
Quero continuar defendendo políticas que ampliem o acesso à saúde, à educação inclusiva, à proteção social e ao apoio às famílias, para que essas mães tenham mais autonomia e melhores condições para cuidar de quem amam.